06/09/2014

8 serviços e produtos que não valem mais a pena adquirir a partir deste ano

Se você quer economizar e não sabe por onde começar, talvez possa considerar cortar alguns custos de serviços ou substituir produtos por outros mais em conta no mercado.

O site MarketWatch listou algumas coisas que não valem comprar ou contratar neste e nos próximos anos, confira:



1. TV a cabo

Serviços de TV por internet, como Netflix, que oferecem grande parte dos programas, séries, novelas e filmes da TV a cabo por um preço mais atrativo, têm derrubado o número de assinantes do serviço em todo o mundo. Utilizando a internet, os consumidores podem assistir qualquer coisa diretamente de suas TVs.



2. Telefone fixo



Você se lembra da última vez que usou o telefone da sua casa? Com tantas alternativas, como o WhatsApp, Skype, Facebook e principalmente o smartphone, são raras as vezes que você vai utilizar o telefone fixo para se comunicar com alguém.


3. GPS

Até pouco tempo, eles eram considerados verdadeiras revoluções de navegação pessoal - e ainda são, mas em forma de aplicativo de smartphones. Nos últimos anos, a demanda de dispositivos de navegação pessoal esteve em queda livre: 18 milhões de GPS foram vendidos em 2009 nos Estados Unidos, já em 2012, foram 7,5 milhões.

Grande parte da necessidade desse serviço foi suprida pela popularização dos smartphones, que oferecem diversos aplicativos gratuitos de GPS e ainda os atualizam automaticamente.


4. DVD e Blu-ray

O Netflix e demais serviços de TV por internet não afetaram apenas as assinatura das TVs a cabo. As vendas de DVD e Blu-ray tiveram uma queda de 20,1% em relação ao ano anterior, segundo a empresa de pesquisas SNL Kagan. Além disso, videogames como Xbox One e PlayStation 4 também permitem assistir DVDs.


5. Quarto de hotel

Enquanto é preciso desembolsar grandes quantias de dinheiro para se hospedar em um hotel, os viajantes podem reservar apartamentos, casas, hostels e até quartos de residências por um preço muito mais em conta. Há diversos sites que oferecem essas hospedagens alternativas, como o Vacation Rentals by Owner, um dos maiores sites de aluguel de casas nos Estados Unidos.

Tais hospedagens podem ser mais interessantes para grupos de viajantes e famílias, já que é possível escolher uma residência que tenha mais quartos ou opções de lazer específicas, além de uma cozinha para não precisar comer fora todos os dias. As casas, no entanto, são menos seguras que hotéis.



6. Computadores (desktop)

Hoje há poucas razões para comprar um computador de mesa. Tablets e smartphones executam as mesmas funções, como reprodução de músicas, compartilhamento de fotos, navegação na internet, entre outras, que a maioria dos consumidores busca em um PC. Eles também são mais baratos e podem ser usados em qualquer lugar.

É claro que um computador não será facilmente substituído para todos. Designers e editores de vídeo, por exemplo, necessitam de telas maiores para realizarem seus trabalhos.


7. Cartões de crédito com pontos/programas de milhas

As credenciadoras vendem como um bom negócio, mas os programas de recompensa pelo uso de cartão de crédito não valem tanto quanto antes. Segundo o MarketWatch, muitos emissores de cartões estão desvalorizando seus programas de recompensa, exigindo aos consumidores que gastem mais para obter o mesmo prêmio que antes era obtido com menos pontos. Além disso, é preciso colocar na ponta do lápis se as vantagens compensam as taxas de alguns cartões.


8. Câmeras digitais

As empresas que já fizeram fortunas com a venda de câmeras digitais bem que tentam chamar atenção dos consumidores com novas tecnologias, mas a demanda continua despencando a cada ano. Nos Estados Unidos, a venda de câmeras em 2013 caiu 44% em relação a 2012.

A maior fatia de seu público-alvo, os consumidores comuns, hoje se rendem às câmeras de seus smartphones para registrar seus momentos do dia-a-dia. Além disso, as principais empresas do segmento - como Sony, Nikon e Canon, entre outras - enfrentam novos concorrentes que lançaram câmeras versáteis
para captar diversos tipos de movimentos, como a GoPro.


Por Luiza Belloni Veronesi - InfoMoney

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