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Mostrando postagens com o rótulo Poesia

Vida - Por Emily Peixoto

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Viver bem, viver feliz e com respeito. Sem maltratar ninguém isto é viver direito Sim, viva a vida. Viva as pessoas que sabem amar, viva quem é feliz sem precisar de dinheiro. Viva a alegria de acordar Viva a vida de não precisar se preocupar Um sorriso ou um olhar Isso deveria ser a receita da felicidade ou do bem estar Amar a cima de qualquer coisa E o teu Deus deve respeitar É ele quem te guiará Para numa boa vida você poder ficar Viva sua vida antes dela te levar Emily Peixoto

Desde que te quis - por Gabriela Neves

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Desde que te quis, Te quero hoje, Te quero amanhã, Te quero feliz. Te quero de dia. Quero-te de noite. Te quero tanto... Mas te tenho tão pouco! E vivo do encanto E vivo louca... E vivo Simplesmente, vivo! Mas posso sonhar. Posso te possuir sempre, Para sempre. De dia, de noite. Posso imaginar O seu cheiro, A sua pele, A sua boca, A sua voz, E, de imagens eu vivo, Eu levo, Eu toco, Eu passo a vida; E, depois, na hora que eu te tenho, No minuto que te toco, No segundo que te beijo, Percebo que, Por menor que seja O tempo. O toque. O beijo... É o instante Mais feliz da minha vida!

O bêbado e a equilibrista

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O bêbado e a equilibrista é uma linda música de João Bosco e Aldir Blanc que foi imortalizada também na voz de Elis Regina. Neste vídeo temos o registro ao vivo com um arranjo muito bonito do João... e de quebra ainda tem o Djavan dando um tchau pra platéia... O bêbado e a equilibrista Caía A tarde feito um viaduto E um bêbado trajando luto Me lembrou Carlitos A lua Tal qual a dona dum bordel Pedia a cada estrela fria Um brilho de aluguel E nuvens La no mata-borrão do céu Chupavam manchas torturadas Que sufoco! Louco, O bêbado com chapéu coco Fazia irreverências mil Pra noite do Brasil Meu Brasil Que sonha Com a volta do irmão do Henfil Com tanta gente que partiu Num rabo de foguete Chora a nossa patria mae gentil Choram Marias e Clarisses No solo do Brasil Mas sei Que uma dor assim pungente Não há de ser inutilmente A esperança dança Na corda bamba de sombrinha E em cada passo dessa linha Pode se machucar Azar A esperança equilibrista Sabe que o show de todo artista Tem que continuar

Patativa do Assaré

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"Há dor que mata a pessoa Sem dó nem piedade. Porém não há dor que doa Como a dor de uma saudade." "Eu sou de uma terra que o povo padece Mas não esmorece e procura vencer. Da terra querida, que a linda cabocla De riso na boca zomba no sofrer Não nego meu sangue, não nego meu nome Olho para a fome, pergunto o que há? Eu sou brasileiro, filho do Nordeste, Sou cabra da Peste, sou do Ceará." Grande Poeta, compositor, cantor e improvisador brasileiro, Antônio Gonçalves da Silva , mais conhecido como Patativa do Assaré escreveu grandes poemas que retratam a vida do brasileiro. Mais Poesias de Patativa do Assaré

Primavera - Los Hermanos

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Muito legal essa música... A melodia, a letra, e o solo no meio e no final são demais... PRIMAVERA - Los Hermanos Marcelo Camelo Primavera se foi e com ela meu amor Quem me dera poder consertar tudo que eu fiz O perfume que andava com o vento pelo ar Primavera soprando pr'um caminho mais feliz Mais feliz, pois a rosa que se esconde No cabelo mais bonito, é um grito Quase um mito, uma prova de amor Primavera se foi, e com ela essa dor Se alojou no meu peito devagar A certeza do amor não me deixa nunca mais Primavera brilhando em seu olhar E o olhar que eu guardo na lembrança Ainda traz a esperança de te ter ao meu ladinho numa próxima estação Primavera se foi e com ela meu amor Quem me dera poder consertar tudo que eu fiz O perfume que andava com o vento pelo ar Primavera soprando pr'um caminho mais feliz Mais feliz, mais feliz,...

Machado de Assis digital

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Os fãs de literatura brasileira ganharam um serviço bastante precioso. A Universidade de São Paulo - USP -, por meio da sua biblioteca online Brasiliana Digital, publicou diversos livros escritos por Machado de Assis. As obras foram digitalizadas na última quarta-feira, 08. Fazem parte do acervo as primeiras edições produzidas pelo escritor, além de imagens raras e assinaturas do próprio punho de Machado de Assis. Os usuários poderão fazer o download das edições digitalizadas em alta ou baixa resolução. Estão disponíveis obras como “Memórias póstumas de Brás Cubas”, “Quincas Borba” e “Dom Casmurro”. Segue o link para acessar a biblioteca especial de Machado de Assis http://www.brasiliana.usp.br/machado_de_assis Fonte: Olhar Digital

O artista incofessável

Fazer o que seja é inutil Não fazer nada é inutil. Mas entre fazer e não fazer Mais vale o inútil do fazer. Mas não, fazer para esqueçer que é inútil: nunca o esquecer. Mas fazer o inútil sabendo que é inútil e que seu sentido não será sequer pressentido, Fazer: porque ele é mais difícil do que não fazer, e dificil- mente, se poderá dizer com mais desdém, ou então dizer mais direto ao leitor ninguém que o feito o foi para ninguém. (João Cabral de Melo Neto)