30/05/2010

Lugares misteriosos do mundo... (parte 2)

Lago Ness

Maior lago de água doce no Reino Unido, ele é grande o suficiente para abrigar um monstro subaquático, do tipo pré-histórico, e está localizado numa região cheia de lugares, eventos e personagens místicos.

O lago Ness fica na Escócia, mais precisamente numa área conhecida como Highlands. Ao longo dos séculos, surgiram relatos sobre a existência de um gigantesco monstro ou serpente que habitaria o lago. Esse tipo de narrativa era comum na Grã-Bretanha e na Escandinávia, reveladora do medo dos habitantes e visitantes ao depararem-se com lagos profundos e extensos como o Ness.

Muito provavelmente a lenda tem suas origens na função prática de manter as crianças longe das águas para evitar os afogamentos. Mas com o avanço do cristianismo em terras britânicas na Idade Média, a lenda do monstro misturou-se com relatos de milagres cristãos, como o de São Columba, e ganhou força.

Mais recentemente, um dos fatos que impulsionou a crença de que o lago Ness abrigaria um monstro de verdade foi uma fotografia tirada em 1934 por um respeitado médico e ex-militar, o coronel Robert Kenneth Wilson, e que mostraria o pescoço e a cabeça da criatura emergindo do lago.

Décadas mais tarde, no entanto, um dos participantes da farsa confessou em seu leito de morte a construção de um monstro falso que embarcado em um submarino de brinquedo virou a foto que espantou o mundo.

Nesse meio tempo, sonares, submarinos, mergulhadores e milhares de horas de observação de pesquisadores e curiosos tentaram em vão encontrar o misterioso monstro do lago Ness.


Amityville


Ela é provavelmente a casa assombrada mais famosa do mundo. Localizada no número 122 da Ocean Avenue, em Amityville, estado de Nova York, a residência que pertenceu à família DeFeo tornou-se desde os anos 1970 um dos lugares mais misteriosos e amedrontadores da Terra.

A casa foi o palco, em 13 de novembro de 1974, dos assassinatos cometidos por Robert DeFeo, que matou a tiros seis membros de sua família: pai, mãe e seus irmãos e irmãs menores. O motivo do bárbaro crime, segundo o assassino, seriam as “vozes” que ele ouvira naquela noite ordenando que ele cometesse a chacina.

Um ano depois, a casa em Amityville voltou a ser ocupada, desta vez pela família Lutz, mas eles não permaneceram muito tempo por lá. Após um padre tentar abençoar a casa, os Lutz a deixaram alegando que eventos paranormais que lá aconteciam os atormentavam com aparições, objetos que se moviam e outras coisas sobrenaturais que estariam alterando suas personalidades.


Antes que o pior acontecesse, eles resolveram partir. Isso e todo o resto que tinha acontecido alimentaram as lendas de que a casa em Amityville teria sido construída num local habitado por um bruxo que escapou de Salem e que construíra ali um portal para o Inferno ou de que ela ficava onde existia um antigo cemitério.


No fim, o que de real existe até agora é que, além dos bárbaros crimes cometido por Robert DeFeo, Amityville rendeu o best-seller “Horror em Amityville”, feito em parceria pelos Lutz com o escritor Jay Anson, que mais tarde virou uma série de filmes para o cinema. As “vozes” ouvidas por DeFeo foram provavelmente uma tentativa de alegar insanidade mental antes do julgamento, mas a crença de que algo de muito ruim assombra aquela casa em Amityville ainda alimenta a imaginação de muitas pessoas.

Ruínas maias


Uma das mais antigas civilizações do planeta, nascida cerca de três mil anos antes de Cristo, dotada de avançados conhecimentos em arquitetura, astronomia e agricultura e que tinha uma religião que exigia a prática de sacrifícios humanos, o Império Maia ocupou o que hoje é o sul do México, a Guatemala, o norte de Belize e o oeste de Honduras.


Suas pirâmides e templos religiosos e sua capacidade como guerreiros deixaram os colonizadores espanhóis assombrados no século 16.


Naquele momento a civilização maia já vivia seu declínio e, mesmo assim, ela resistiu durante vinte anos aos ataques espanhóis.


Uma das mais misteriosas ruínas maias encontra-se em Chichen Itza (México) onde está o poço sagrado usado para rituais que incluíam sacrifícios humanos. Outro mistério que assombra as ruínas maias é entender o que levou esse povo a abandonar suas cidades vários séculos antes dos espanhóis chegarem.


Ilha de Páscoa


Seria ela parte do continente perdido de Atlântida? Ou obra de “deuses astronautas”? Muitas teorias tentam explicar as gigantescas estátuas da Ilha de Páscoa, localizada no sul do Oceano Pacífico, na altura do Chile.

As estátuas feitas em rochas vulcânicas receberam o nome de moais. Quase nove centenas delas, com altura de até 22 metros e pesando 90 toneladas, espalharam-se pelo território tornando Páscoa a ilha mais misteriosa do planeta.

Os moais eram provavelmente dedicados ao culto aos mortos e teorias místicas explicam que eles foram construídos com a ajuda da Mana, energia oculta que anima as coisas e as pessoas.

O que mais impressiona nas estátuas, além de entender como elas foram construídas, é o fato de não representarem deuses ou entidades divinas e sim os habitantes da ilha.



Fonte: Coletanea Net

1 comentários:

Antonio Vieira disse...

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