Exercitar o cérebro pode prevenir contra perda de memória


Um estudo apresentado no encontro da Academia Americana de Neurologia afirma que realizar atividades que exercitam o cérebro pode adiar ou até mesmo prevenir a perda de memória.

Ler, tricotar ou manter uma vida social ativa, por exemplo, pode diminuir cerca de um terço o risco de perda de memória em pessoas na faixa dos 70 e 80 anos (época em que a memória começa a falhar).

Segundo Yonas Geda, neuropsiquiatra da Mayo Clinic, em Minnesota (EUA), nunca é tarde para aproveitar os benefícios das atividades estimulantes, nem mesmo para quem já está na casa dos 70 ou 80 anos.
Porém, embora o uso do computador também seja considerado benéfico, assistir mais de sete horas de televisão por dia está associado a um aumento no risco de deterioração cognitiva leve, ou seja, perda leve de memória.

O neurologista Greg Jicha, da University of Kentucky, explicou que atividades que desafiam a mente apresentam resultados positivos. Ele acrescentou que o ideal é não realizar sempre as mesmas práticas, para o cérebro não ficar acostumado.
Jogos, atividades recreativas, participação em grupos de interesse, leitura, são dicas para manter sempre o cérebro em atividade.

Apesar do estudo levar em conta apenas a memória dos participantes, ele apresenta conclusões que exercitar a mente com atividades diversas pode ajudar a evitar perda de memória.


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